Neste dia 12 de março, comemora-se o Dia do Bibliotecário, e para homenagear esse profissional que tanto colabora com nossos estudos no dia a dia corrido da faculdade, o Blog contará um pouco do que faz o bibliotecário.

A palavra biblioteca, em grego, significa “caixa para guardar livros”. De fato, uma biblioteca abriga os livros que nos proporcionam conhecimento e cultura. O papel socioeducativo das bibliotecas é inegável. No caso das bibliotecas universitárias, elas se destacam por sua presença subjacente ao ensino, à pesquisa e produção de conhecimento e à extensão universitária.

Ainda que uma boa parte das pessoas imagine as bibliotecas como um mero armazém de livros, e ainda que a ascensão das mídias digitais pareça tornar o trabalho desenvolvido nas bibliotecas invisível, suas atividades são hoje ainda mais intensas. O bibliotecário consegue proporcionar aprendizado e capacitação, fornecem informação, e promovem momentos de cultura e lazer.

O bibliotecário deve assumir o papel de defender a existência da biblioteca. Muitas pessoas pensam que o Google é capaz de responder a qualquer pergunta. Não é. Este profissional é indispensável para se navegar através de um mar de informações e ajudar usuários a encontrar o que é mais útil para suas necessidades individuais, defendendo sempre a liberdade intelectual, e a igualdade de acesso à informação para todos.

Por que se comemora esta data?

O Dia do Bibliotecário foi instituído pelo decreto nº 84.631, de 14/04/1980, junto com a Semana Nacional do Livro e da Biblioteca. Foi escolhido o dia 12 de março em homenagem ao nascimento de Manuel Bastos Tigre (ocorrido em 1882). Ele foi jornalista, poeta, humorista, redator publicitário, autor teatral, filatelista e engenheiro eletricista. Decidiu abandonar sua profissão de engenheiro porque se apaixonou pelo ofício de bibliógrafo, e trouxe dos Estados Unidos o sistema de classificação decimal desenvolvido pelo bibliotecário norte-americano Melvil Dewey.

Com este conhecimento, ganhou o concurso público para o cargo de bibliotecário do Museu Nacional do Rio de Janeiro. Mais tarde, foi transferido para a Biblioteca Nacional, a maior do país, e, depois, para a Biblioteca Central da Universidade do Brasil. Foi nessa época que seus talentos se evidenciaram ainda mais, em razão das inúmeras contribuições trazidas para a ciência da biblioteconomia.

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